Rufus SA
Apenas outro dia


Sábado, Maio 24, 2008  

Link do novo Blog



Algumas vezes muitas coisas mudam, nossos olhos não reconhecem o presente como continuidade de nossa história e mirando o futuro começamos à construir uma nova história.

Sejam bem vindos ao novo Blog no link abaixo:

Novo Rufus SA

Beijos e abraços em todos que frequentaram este espaço

posted by RAFAEL POLIDORO | 12:45 AM
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Sexta-feira, Agosto 03, 2007  

Quem vai ?


Passou um trem levando consigo pessoas e sonhos.
Que trem é este ? Seria um trem ou apenas um bondinho repetitivo e cansado ?
Talvez haja mais perguntas neste trem do que respostas e os trilhos provávelmente conhecem mais deste trem que seus próprios tripulantes.
Hoje o trem saiu de uma estação a qual estava fazia a menos cinco anos e parafraseio Raul Seixas: Quem vai chorar, quem vai sorrir ? Quem vai ficar, quem vai partir?
Definitivamente a vidaé um trem...
Ô trem bão sô !!! kkkkkk

posted by RAFAEL POLIDORO | 4:08 PM
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Terça-feira, Fevereiro 13, 2007  

Obrigado, mas não quero



Uma criança esfolada até amorte no assalto do Rio, a paralisia crônica do governo e do parlamento falido que se encontra predido entre o PAC, o necessário e o mensalão de cada dia.
Assisti hoje, na TV senado, o discurso inflamado de Onix Lorenzoni e o cult de Ciro Gomes que me dão o direito de dizer: "Foram belos discursos jogados ao vento". Foram lindos mesmo, de comover, só que hoje: "Obrigado, mas não quero".
Faz cinco anos, portanto em torno de meus passados vinte anos, aprendi a importância de saber o que quero e a importância ainda maior de saber o que não quero!.
Todos nós queremos justiça social, distribuição de renda e igualdade social.
Só que eu não quero bandidos soltos, homens de 17 anos matando sob benefício da lei, políticos safados e ridículos escondidos atráz e debaixo de seus tapetes persas, suas poltronas de veludo.
Depois dos últimos fatos acredito que é importante o Brasil com 500 anos descobrir aquilo que descobri com 20 anos. Existem momentos que acima de tudo é necessário deixar claro o que "não quero".
Sempre falo sobre minha vida neste Blog, sempre sobre conceitos próprios. Obrigado, mas hoje eu não quero !

posted by RAFAEL POLIDORO | 8:39 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007  

Ontem, hoje e sempre


Existe uma música antiga, acredito que é do Vinícius de Morais, dizendo que o amor de uma mulher para ser pleno, absolutamente apaixonante, deve possuir algo de sofrido, algo de introspectivo.
Ontem vi uma pessoa que já conversei algumas vezes, uma pessoa muito descolada, articulada e até certo ponto displicente. Aquele tipo de pessoa a qual durante muitos anos você imagina que não possui problemas, ou então os minimiza a ponto que ninguém nota.
Pois bem, ontem os olhos dela estavam diferentes, mais profundos e introspectivos, traziam a algo de triste e algo de carente. Procurava por toda parte aquilo que provavelmente tiraram de sua vida sem pedir licença e que tanto lhe faz falta, algo tão caro e de tanta estima que durante algum tempo mudará sua personalidade.
Não faço idéia do que seja, não quero perguntar, não tenho tanta intimidade e talvez nem pretenda ter esta intimidade.
Não gosto que as pessoas fiquem tristes, mas esta é a primeira vez que a vi debaixo da máscara inicial que todos temos, pude ver atrás das aparências. Para ser muito honesto, gostei do que vi.

posted by RAFAEL POLIDORO | 10:40 AM
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Terça-feira, Fevereiro 06, 2007  

You can do it



Hoje acordei bem e no caminho para o trabalho estava pensando sobre algumas questões culturais.
Os EUA é um país mais parecido com o Brasil do que se imagina rotineiramente, com algumas coisas diferentes que terminam por ser muito preponderantes.
Lá existe uma diversidade cultural muito grande, existe também um abismo grande que divide os ricos e os pobres, criminalidade acentuada, cultuação à malandragem, diversidade de etinias, até aí igualzinho o Brasil.
Na minha opinião toda a diferença começa na frase "you can do it"
Lá as pessoas incentivam seus amigos à serem vencedores, gostam de ganhar, não estão dispostos à reverenciar perdedores e são (até certo ponto) um pouco cruéis com a possibilidade de derrota. "You can do it" é uma espécie de "way of life".
No Brasil temos o discurso prontinho para o perdedor: "é mais uma vítima do contexto cruel".
USA = You can do it
Brasil = Vítima do contexto

posted by RAFAEL POLIDORO | 9:02 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007  

Técnologia na Industria do sexo !?!?!?!?!?!? que porcaria....



Estranho ver isto...
Ontem um amigo me mandou por e-mail fotos de uma nova geração de "sex dolls" (nome certo da famosa boneca inflável).
Quando eu era um menino estas bonecas eram horríveis, ridículas, esquisitas... nunca entendi como alguém poderia ter tesão ou transar com um negócio daqueles, não que a sensação tenha mudado, mas pela fotografia não consegui distinguir a boneca de silicone de uma mulher siliconada nos peitos, o acabamento melhorou muito. Melhorou muito mas a dúvida ainda continua, como alguém consegue sentir tesão ou transar com um objeto inanimado ? Haja imaginação e haja "seca" para apelar em uma dessas rs*
E assim as coisas seguem rs*

posted by RAFAEL POLIDORO | 8:55 AM
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Terça-feira, Janeiro 30, 2007  

Um profissional do ramo



Dia 15 começo a fazer uma especialização na Faculdade.
É interessante constatar que até então não me sentia "profissional" de nenhuma área, agora tenho a sensação de que me sentirei.
Tudo começou com 14 anos nos idos de 1995 quando comecei três cursos diferente: Inglês, mecânica e informática. Com 16 anos iniciou-se o curso técnico na Escola Técnica Estadual... aos 18 pausa no estudo por falta de grana e a volta aos 20 anos fazendo administração de empresas. Agora com 25 vamos à especialização
Neste período de tempo, desde os 14, sempre trabalhei e hoje trabalho como Gestor da Qualidade.
Estranho só agora sentir-se um profissional, mas, antes tarde do que nunca rsrsrsrsrs*

posted by RAFAEL POLIDORO | 8:43 AM
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Terça-feira, Janeiro 23, 2007  

Foram bons tempos



Eu tenho uma maneira estranha de ver as coisas, talvez eu pudesse ser menos nostálgico ou menos terno ao lembrar do passado.
Não consigo lembrar de algo sem que apareça um sentimento de ternura, uma saudade doce de sentimentos que talvez nem tenha gostado de experimentar. Porque ? Não sei. Vários exemplos seriam possíveis neste momento, mas acho que não cabem no contexto que me proponho à falar.

Acredito que não sou o único com esta postura.

Outro dia em um "pico" da cidade a noite já estava avançada, o papo da mesa estava "cansaaaaaaaado" e resolvi prestar atenção nas pessoas do ambiente. Em uma mesa próxima ouvia coisas cretinas como: "Lembra do Atari ?"; "E o Arthur?"; "Cigarrinho de chocolate"; e por aí à fora com o complemento previsível de "isso que era infância, não a de hoje em dia".

Impressionante... hoje a criançada tem muito mais que isso, mas a ternura da lembrança de um sentimento bom faz o sentimento sublimar a realidade.

Outra pérola, Depois de váááááárias lembranças dos episódios do Chaves soltaram novamente que "as crianças de hoje em dia não tem mais isso"... Detalhe, Chaves passa faz vinte anos consecutivos no SBT e ainda está no ar, as crianças de hoje em dias possuem também e muito mais...

A pior foi: Lembra quando brincávamos no quintal o na rua e entrávamos correndo em casa, todo sujos, abriamos o congelador e pagávamos um "gelinho" ("sacolé" para os cariocas) e escorria sujeira da mão no plástico, como era gostoso. As crianças de hoje em dia não tem mais isso. Concordo... inclusive tem muito menos diarréia por conta de não ter isso.

Mas enfim, as crianças de hoje em dia dirão o mesmo daqui 25 ou 30 anos...

Nostalgia amiga do peito, me mostre que tive tudo o que não tive por direito.

posted by RAFAEL POLIDORO | 2:09 PM
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Segunda-feira, Dezembro 11, 2006  

Um pouco mais do mesmo



Em um passado, não muito distante, fui mais companheiro deste "blog". Não estamos tratando de nenhum recomeço, sequer uma promessa de mais dedicação, trato aqui apenas de um relato "postado" em momento oportuno.
Gosto de situações onde os objetivos das pessoas convergem, aprecio, embora sem moderação, estar constantemente em contato com a paixão (e não somente a minha), seus sonhos, suas raizes, cada motivo de seus sentimentos. Fico contente após cada amor que faço e cada briga necessária, desde que exista amor.
E como fica quando as pessoas não querem compartilhar ? O que ocorre quando o objetivo das pessoas não convergem com os meus ?
Sou então inútil, general "Pirro" das batalhas no deserto, conclusão que surge óbvia do nada, simples vazio... Lamentável sentir-se assim.
Pior, não há culpados, ninguém está errado, não posso colocar a culpa sequer nos inimigos. Talvez até possa se bem direcionado em uma sessão de auto-análise concluíndo que esta sede por ajudar é consequência de uma série interminável de decepções, em seguida posso sentir ódio de cada decepção, mas em primeiro lugar, isto não adiantaria muito e em segundo lugar não estou com o menor saco!

posted by RAFAEL POLIDORO | 10:32 PM
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Terça-feira, Julho 25, 2006  

"Emmanuel Kant"



É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática sua vida e liberdade.

posted by RAFAEL POLIDORO | 10:56 PM
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Segunda-feira, Julho 03, 2006  

Os olhos de sempre, ao menos hoje...


Por mais de um dia me olhou como se não houvesse amanhã e seus olhos brilharam no meu inconsciente tal qual a centelha de uma explosão do ciúme alimentando meus desejos mais insanos baseados no egoísmo. Como quis ter seus olhos para sempre!
Jamais os tive, quem dera, são seus. E mesmo molhados como a pouco, cheios de admiração e aconchego, nunca os pude dominar. E se pudesse, não os amaria tal qual fonte dos desejos.
São apenas olhos, dentro do meu inconsciente, talvez consciente o meu desejo vão de te dominar. És brisa...

posted by RAFAEL POLIDORO | 10:07 PM
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Domingo, Junho 18, 2006  

Imagem





Dia após dia sinto seu corpo, falso profeta de prazeres incontroláveis, outra vez sobre meu consciente drama que imagina-se suprimido à te encontrar com uma face que conheço e no entanto nunca vi.
Mulher dos cabelos sem cor e olhos azuis, mulher dos lábios vermelhos e do rosto magro, mulher do meu sonho e sonho da minha vida.
Como viver do sonho de uma noite ? Certamente tarefa platônica de um Platão existente nos seus sonhos, e que tenta vão, existir na realidade.
O mundo não deveria cobrar o que me cobra, eu não deveria cobrar tanto o mundo, que é uma imagem distorcida do meu cérebro insano, atribuindo lógica à tudo, lógica à falta de lógica, do caos ao prisma, do sonho à realidade.
Você não existe, é fruto da imaginação e tem sua vida baseada na minha, eu também não existo e sou fruto da imaginação de Deus em uma cadeia interminável de positivismo e carência. Criatura e criador, modéstia e megalomania, morte fim e vida início. Meu mundo, seu mundo, nosso mundo.

posted by RAFAEL POLIDORO | 8:33 PM
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Segunda-feira, Maio 08, 2006  

Raios e Trovões



Chuva fina que corta dolorida aquela, ainda inocente, capacidade de ser um em mil. Fria capacidade de ser várias vozes em uma, coral em diversos tons e melodias compando uma bela sinfonia.
Existem duas maneiras de nortear a vida, ser sinfonia e ser compositor. Sou compositor.
Quem dera minha perna fosse menor incômodo agora, plano do destino para que eu seja mais breve

posted by RAFAEL POLIDORO | 9:48 PM
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Domingo, Abril 09, 2006  

Denovo guitarradas



Sinto hoje o cansaço e a responsabilidades de muitas coisas nas costas, confesso que neste momento um cansaço muito gostoso, talves seja o cansaço dos justos, aquele em que no intervalo entre a compreenção e a decisão sabem que não podem beneficiar ninguém. Acho que ao justo por natureza os sentimentos não são muito bem vindos.

Lembro do tempo onde eu tinha o "the wall" como filosofia de vida e ficava definando com um tesão danado "intra-muros" de fazer meu mundo acontecer, lembro quando o muro virou vidro e permitiu ver o sonho. Jesus !!!! Como doeu quebrar o vidro e sentir tudo mudar !!!

Faz tempo tudo ficou mais fácil, quem tinha que me julgar já julgou, condenou, perdoou ou fez coro...

Depois de tudo me sinto como na figura abaixo, em todos os aspectos


posted by RAFAEL POLIDORO | 9:23 PM
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Sábado, Março 11, 2006  

só hoje



Parece que dos ultimos 15 meses apenas hoje meu coração fala, e de maneira não obstante fala neste neste blog.
Ninguém mais o lê, está inativo faz muito tempo e portanto é perfeito.
É muito ruim ter a sensação de que ninguém pode ou ninguém quer te entender, ter a sensação de que as coisas que me divertem aborrece os outros. Vejo o mundo cheio de preguiça, com as pessoas achando que mostrar sua limitação e sua mediocridade dizendo o porque "não podem fazer" as torna aceitaveis uma perante a outra.
Ser igual me mata.
Não há um só trabalho, um só raciocínio que eu admita não ser brilhante. Longe de ser verdade que todos os são, mas me esforço muito para que sejam.
A maioria das pessoas quer se encostar, reclamar, uivar e no final das contas continuar levando sua vidinha mediocre e sem sentido.
Como eu amaria poder revolucionar este mundo...
Como eu amaria saber que existem pessoas mais inteligentes que eu cuidando de tudo...
Aos meus amores resta a decepção... a decepção de sempre

posted by RAFAEL POLIDORO | 11:21 PM
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O passado mora aí
Eu Recomendo